terça-feira, 30 de junho de 2015

Cidades de Papel, John Green


Imagina uma amizade de infância. Essa amizade terminou. São adolescentes e estão no último mês do secundário. Continuas apaixonado por aquela que foi a tua melhor amiga. Ela entra pela janela do teu quarto. Leva-te para a maior aventura da tua vida. Ficas com esperanças. Ela desaparece.


Oi gente! Hoje decidi fazer a review do livro "cidades de papel", de John Green (paper towns, em inglês)! Eu adoro este escritor, e já andava "de olho" neste livro há algum tempo, e por sorte recebi-o como prenda de aniversário! 

Li este livro em 3 noites (cerca de 150 páginas por noite), o que era de esperar com um livro tão bom! Vamos perceber o porquê de ter gostado tanto do livro.





SinopseQuentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos e amigos de infância, mas há vários anos que não convivem de perto. Agora que se reencontraram, as velhas cumplicidades são reavivadas, e Margo consegue convencer Quentin a segui-la num engenhoso esquema de vingança. Mas Margot, sempre misteriosa, desaparece inesperadamente, deixando a Quentin uma série de elaboradas pistas que ele terá de descodificar se quiser alguma vez voltar a vê-la. Mas quanto mais perto Quentin está de a encontrar, mais se apercebe de que desconhece quem é verdadeiramente a enigmática Margo.Cidades de Papel é um romance entusiasmante, sobre a liberdade, o amor e o fim da adolescência.





Adoro livros que descrevam aventuras, amores e desamores, e no que toca a isso, John Green é excelente, um verdadeiro génio literário!

Como perceberam pela sinopse, a história desenvolve-se à volta de Quentin e Margo
Sabem aqueles filmes em que a rapariga é super popular, e o rapaz é completamente apaixonado por ela mas como é um "zé ninguém" acha que nunca vai ter hipóteses? É isso mesmo! Mas a diferença é que neste livro, estas duas personagens foram melhores amigas durante a infância. Porque se terão afastado? (Haha, não vou dizer!).
No entanto, já no final do secundário, Margo entra pela janela do quarto de Quentin e faz-lhe uma proposta (não, ela já tinha planeado tudo porque sabia que o convencia): ele ajudava-a a concretizar o seu plano de vingança e em troca, vivia a maior aventura que podia ter na sua vida.

A partir daqui já sabem que ele aceitou, e que partiram para o "ataque". Esta é a primeira aventura do livro! Bem, ao ler tudo aquilo pensei "mas como nunca me lembrei de fazer umas partidas destas?", pois acreditem, é um plano doutro mundo!

No final da madrugada, quando já tinham voltado a suas casas, Quentin ficou na esperança que no dia seguinte tudo iria ser diferente: a miúda mais gira e popular da escola ia passar mais tempo com ele, iam estar juntos no secundário, ele poderia ter hipóteses. 




Mas.....nada disto aconteceu, pois no dia seguinte ninguém sabia de Margo. Nem nas semanas seguintes. Até que Quentin começou a investigar: descobriu uma pista aqui, outra acolá. Andou de cidade em cidade. Mas nada. Tinha já passado muito tempo, e cada vez era mais evidente que Margo tinha morrido. Mas o amor que ele sentia por ela, não o deixava parar de procurar, parar de ter esperança.

Será que ele a encontrou? Será que ficaram juntos?
Será que é mais uma história de John Green que acaba mal?

Aconselho-vos a leitura deste livro, é ótimo e não me canso de o dizer! 

"Cidades de Papel" está em 2º lugar dos meus livros preferidos! (Acho que é impossível descobrir um livro que me toque tanto como "À procura de Alaska", também do John Green - mais tarde farei a review dele para vocês!)


**


Que acharam da review? Ficaram com vontade de ler? 
Se já leram, o que acharam?

Contem-me tudo!

Beijinhos!

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Série: Orange Is The New Black




Oiiiii!!!!

Bem, tenho estado (muitoooooooo) ausente, mas tenho uma boa justificação: exames e mais exames. A vida de estudante é tão díficil, porquê?

No entanto, o que interessa é que estou de volta e agora tenho todo o tempo do mundo para escrever para vocês!

Primeiro pensamento: FÉRIAS DE VERÃO, YUPIII!

Segundo pensamento: Como vou aproveitar o meu tempo durante estas férias? (Além de ir à praia, estar com os amigos, etc....como é óbvio).

Naturalmente, nas férias temos mais tempo livre, e, como tal, às vezes até ficamos um pouco aborrecidos por não saber como ocupar o nosso tempo. Nestas alturas surge sempre algumas ideias: "vou ver um filme", "quero ver uma série", mas ainda ficamos algum tempo na dúvida e na indecisão porque a verdade é que quanto maior variedade há, mas indecisos ficamos durante a escolha.


Para facilitar as coisas, decidi hoje dar-vos uma sugestão: se querem começar a ver uma série e não sabem qual, aconselho-vos "Orange is the new black".




SinopseA série desenvolve-se à volta da história de Piper Chapman, que mora em Nova York e é condenada a cumprir 15 meses numa prisão feminina federal por ter participado no transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas a pedido da sua ex-namorada, Alex Vause, que integra um grupo internacional de tráfico de drogas. O delito ocorreu dez anos antes do início da série e, no decorrer desse período, Piper seguiu sua vida tranquila entre a classe média-alta de New York, ficando noiva de Larry Bloom. Quando presa, Piper reencontra Alex, elas reanalisam seu relacionamento e lidam com suas companheiras de prisão. 


Bem, pela sinopse vocês devem ficar a pensar "uma série sobre um casal, tão típico", mas a série é muito mais que isso

O que eu adoro na série é que varia entre o dama e a comédia. Ao longo de um episódio, tanto posso rir como chorar. Além disso, tenta ser realista o mais possível, confrontando-nos com as duras realidades do mundo, principalmente do mundo sempre injusto com as mulheres.

(Nota: a série é baseada num livro verídico, sobre a experiência da sua escritora numa prisão feminina. Podem consultar o livro aqui.)

Já vi muitas pessoas dizer que é uma série para lésbicas, o que é totalmente mentira. É claro que existem lésbicas na série, o que é de esperar numa prisão só de mulheres, mas não é só lésbicas. No entanto, este tema é abordado de diversas maneiras: as dúvidas em relação à sua sexualidade no caso da Piper, a escolha deste estilo de vida no caso da Alex, amor no caso da Poussey, ou pura saudade de contato humano, por exemplo, no caso da Lorna Morello.

(Se têm algum problema com homossexualidade, o melhor é não assistirem.)



Decidi não falar nas personagens porque o post tornar-se-ia muito longo e vocês perderiam logo o interesse. Desta forma, sugiro que pesquisem. Vão adorar! São personagens que é impossível não gostar e, de qualquer forma, vai haver sempre momentos em que é inevitável não nos identificar-mos.

 5 motivos para assistirem Orange is the new black:


1. Primeira série que retrata prisioneiras femininas: o elenco é 90% feminino.

2. É usado o humor para criticar algumas situações do quotidiano das prisioneiras: temos um exemplo logo na primeira temporada, em que todos pensavam uma coisa, mas na realidade era outra. Mas vão ter de assistir para descobrirem!

3. As personagens secundárias são tão importantes como a principal: cada episódio é dedicado a uma personagem, na medida em que através de flashbacks percebemos o porquê de aquela detenta estar na prisão.

4. Não há vilões: todas as personagens "fazem das suas" mas ao mesmo tempo, estão sempre próximas.

5. A homossexualidade é tratada com naturalidade: um fator que considero bastante importante, uma vez que na vida real, todas sabemos que não é isto que acontece. Desta forma, a série pode até influenciar (positivamente) as cabeças mais "atrasadas".






E vocês? Já conheciam a série? O que acharam do post?
 Ficaram com vontade de ver? 



Até à próxima!



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